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A fé na vida

A fé na vida
Transforma a tempestade
Em oportunidade
E sara a ferida.

Não dá pra ter medo
Sabendo que não há tarde, não há cedo,
Mas o tempo da lida.

Sabemos, se o mar calmo se agita,
A tempestade lhe incita,
Mas sua natureza calma prevalecerá.

E se vier medo, do mal e da morte,
Creiamos em Deus nosso suporte,
Que nos fortalecerá.

A morte é somente uma passagem,
Não há fim, só uma viagem,
Que nos esclarecerá.

(Ser)Pente


Meu firmamento,

Faz tempo que não firma,

  • Quem sabe eu me chamasse firmina,

           firmava alguma coisa.


Firmava nesse peito

De paixões várias

Seguidas fielmente pelo desinteresse.


Desinteresse esse,

Que faz não saber quem sou,

Entre amar demais e a total indiferença.


Eu vi a roda do destino descer e subir,

Revolvendo as águas da vida.

  • Serei eu a roda?

  • Serei eu a água?


Pensar em ser,

Só me faz querer (ser)pente,

Pra pentear os cabelos do destino,

Ou dar o bote na roda do tempo.


Bote, dei eu em meu coração,

pra depois voltar suplicando o perdão,

antes de desvelar o punhal às costas.


Não há perdão

Quando há sempre o que perdoar.

  • Então tome, coração, promissória em branco,

Perdão por qualquer erro no processo de tentar acertar.

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