Pular para o conteúdo principal

A fé na vida

A fé na vida
Transforma a tempestade
Em oportunidade
E sara a ferida.

Não dá pra ter medo
Sabendo que não há tarde, não há cedo,
Mas o tempo da lida.

Sabemos, se o mar calmo se agita,
A tempestade lhe incita,
Mas sua natureza calma prevalecerá.

E se vier medo, do mal e da morte,
Creiamos em Deus nosso suporte,
Que nos fortalecerá.

A morte é somente uma passagem,
Não há fim, só uma viagem,
Que nos esclarecerá.

Gente que é mais

Tem gente que é mais, é Porto Seguro.
Tem gente que a gente chega e só com o olhar entende. Gente que a gente conversa e passa horas,
Essa gente tem o dom de recarregar a gente, é tanta energia boa que dá pra compartilhar. Sabe como é, essa gente contagia com alegria e fé na vida, não deixa o astral cair, não deixa a gente deixar de se sentir importante. Gente que ama a gente só com o jeito de cuidar. Que gente do bem... Gente pra amar, a gente quer por num potinho e proteger, mas, não pode, mas, a gente faz o que pode, guarda bem embrulhadinho no coração, e é tão lindo que a gente sente o coração vibrar! E se sente bem, essa gente seja quem, é aquele alguém, mais que especial que faz a gente desejar o bem. Você conhece alguém?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pax et Bonum

Quem quiser falar de mim,
Tome minha cruz,
Tome meu cálice
E vinde após mim.

Calce as sandálias dos meus pés,
Experimente minhas vestes.

Lave-se,
Remova o argueiro,
Mas,não queira empunhar o martelo.

Sua natureza é a minha,
Filhos de YHVH,
Eternos como Yeshua Hamashiach.

Pax et Bonum



No Aqueronte

Às margens do Aqueronte, Um óbolo nos lábios, As águas não se revolvem: É o fim do rio.
Dom de Ancião, Ou Dom de Quixote, Sabê-lo agora é a diferença Entre Baco e Dionísio.
Tal qual Perséfone, Meu coração e sentimentos. À a deusa, Olimpo, Ao Poeta, Submundo.















Hail Hiena

A garbosa Hiena traja-se da túnica amarela, Lambusada porém, de sua ofidiosa saliva, Que desesperadas apegam-se ao pano Para não caírem ao chão ante uma ou outra gargalhada em meio aos gracejos da zombeteira.
As palavras já caíram ao chão, porém, Suas cabeças deslevalas de capacete, Já ofereceram traumas que certos crânios, Jamais esquecerão.
O gringo, gringou!! Não para de gritar!! Hiena, to the left! Hiena, to the left! Hail Hiena! E o público, sem juízo, regozija! Mas, convenhamos, qualquer um que tenha juízo, Se afasta de quem fala cuspindo e gargalhando.