Pular para o conteúdo principal

A fé na vida

A fé na vida
Transforma a tempestade
Em oportunidade
E sara a ferida.

Não dá pra ter medo
Sabendo que não há tarde, não há cedo,
Mas o tempo da lida.

Sabemos, se o mar calmo se agita,
A tempestade lhe incita,
Mas sua natureza calma prevalecerá.

E se vier medo, do mal e da morte,
Creiamos em Deus nosso suporte,
Que nos fortalecerá.

A morte é somente uma passagem,
Não há fim, só uma viagem,
Que nos esclarecerá.

Você não sabe, mas, eu te amo em segredo

Você não sabe, mas, eu te amo em segredo,
Aqueles amores difíceis de largar,
Não me entenda mal, não é por medo,
É que a minha mente não para de vagar,
Dia e noite e desde cedo
Por esse caminho em pensamento de te encontrar.

Em segredo é mais seguro
Posso aproveitar tudo que amo sem a decepção
A outra forma é sempre um tiro no escuro
E tem o risco da desilusão
Prefiro meu processo maduro
De amar sem repercussão.

Você não sabe como o meu coração
É feito de cristal,
Pronto pra quebrar na mão
Do primeiro que cuidar mal,
Arriscar-me à dor não tem razão,
Prefiro algo mais espiritual.

Não pense você que é covardia,
É que eu não sei sofrer
Sem que todo dia
Eu veja meu coração morrer
Nessa agonia
De amar quem não corresponder.

Eu te amo em segredo,
E você pode até achar
Que eu tenho medo
De me apaixonar
Mas, eu não pesso arrego,
Só não gosto de compartilhar.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pax et Bonum

Quem quiser falar de mim,
Tome minha cruz,
Tome meu cálice
E vinde após mim.

Calce as sandálias dos meus pés,
Experimente minhas vestes.

Lave-se,
Remova o argueiro,
Mas,não queira empunhar o martelo.

Sua natureza é a minha,
Filhos de YHVH,
Eternos como Yeshua Hamashiach.

Pax et Bonum



No Aqueronte

Às margens do Aqueronte, Um óbolo nos lábios, As águas não se revolvem: É o fim do rio.
Dom de Ancião, Ou Dom de Quixote, Sabê-lo agora é a diferença Entre Baco e Dionísio.
Tal qual Perséfone, Meu coração e sentimentos. À a deusa, Olimpo, Ao Poeta, Submundo.















Hail Hiena

A garbosa Hiena traja-se da túnica amarela, Lambusada porém, de sua ofidiosa saliva, Que desesperadas apegam-se ao pano Para não caírem ao chão ante uma ou outra gargalhada em meio aos gracejos da zombeteira.
As palavras já caíram ao chão, porém, Suas cabeças deslevalas de capacete, Já ofereceram traumas que certos crânios, Jamais esquecerão.
O gringo, gringou!! Não para de gritar!! Hiena, to the left! Hiena, to the left! Hail Hiena! E o público, sem juízo, regozija! Mas, convenhamos, qualquer um que tenha juízo, Se afasta de quem fala cuspindo e gargalhando.